
Artistas visuais
do Cariri
Ilustradores | Designers | Quadrinistas
A arte como ilustração possui várias nuances e vertentes conhecidas, que vão desde a produção de história em quadrinhos até o design. Ilustrar é construir uma identidade visual de diversas maneiras. Nos quadrinhos e mangás, existem inúmeros traços e formas diferentes de artistas que trabalham com estilos distintos.
Portanto, a versatilidade nesse campo é extremamente rica, visto que o volume de criação e circulação de ambos os produtos são alguns dos principais motores que movem a cultura pop.As duas maiores empresas de histórias em quadrinhos do mundo, que são a Marvel e DC, compõem juntamente com os mangás vindos diretamente do Japão, um hábito de ler e desenhar que perpassa décadas de gerações, tornando-se cada vez mais popular, devido ao desenvolvimento de adaptações como filmes, animações e jogos, que tem base no material original.
O artista visual é o grande realizador desse processo, e na região do Cariri, existem bons exemplos de profissionais que trabalham e vivem da visualidade. Através de grafismos, pinceladas e cores, eles criam as ilustrações que são exibidas em eventos, e até mesmo, viralizam no mundo inteiro através da internet. O desenho é a alma da ilustração, e o que dá um conceito ou conta uma história para um objeto ou produto artístico. Portanto, é uma das formas vitais de conceber a arte.
SOBRE
As pessoas por trás do Cantinho Criativo:
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Eu desenho desde que me reconheço como gente, desde criança eu rabiscava, e já na pré-adolescência tinha o interesse de trabalhar com arte. Sempre gostei da sensação e do prazer de fazer desenhos. Foi em 2016 quando voltei a desenhar que quis levar isso realmente a sério, então fazia um desenho por dia, sempre treinando, observando e vendo como as coisas do mundo são.
Grande parte da minha produção como ilustrador são sobre sentimentos, meus e de outras pessoas e como eu entendo isso. Eu uso essa técnica como um método para contar histórias. Todos os desenhos são sobre algo que sinto, gosto, converso e acho uma maneira de contar isso nos storytelling das ilustrações. Falar de sentimentos é algo que parece ser comum na arte, afinal uma das coisas que mais se ouve falar é da potência da arte para falar sobre esses assuntos. Penso muito sobre meu pensamento sobre mim mesmo, como pessoa e animal político e todas essas questões entram na minha produção de alguma forma. Esse entendimento já me dá uma ideia do que quero falar na minha produção, e ai tudo entra no meu traço e estilo e como eu represento essas figuras de forma que seja identificável e com um toque especial para o que estou abordando.

Estudante, Ilustrador, quadrinista, 18 anos, Barbalha
Luciano Landim
Storytelling: Contar uma história a partir de recursos visuais



Todo processo criativo se dá em três processos menores ou princípios que são: Atenção, fuga e movimento. Acho que esses três explicam muito minha relação com minhas ideias. No primeiro eu me concentro na situação, na conversa, no sentimento, uma reflexão sobre o que aconteceu ou uma ideia para uma história que possa fugir. A segunda é pensar fora da caixa, como eu entendo isso de verdade, fora do pensamento comum, minha posição sobre esse assunto pensando o mais livre possível que já entra no terceiro que é entrar com a imaginação e meu processo artístico. A maioria da minha produção se dá no desenho mesmo, sejam digitais e/ou tradicionais, as vezes os dois juntos dependendo da minha proposta. Todas essas falas sobre coisas internas me lembram muito o pensamento pós-impressionista e expressionista e acho que são agora minha principal fonte de inspiração de como enxergar o mundo. Mas a fonte de quadrinhos é o que mais me inspira. Todos os quadrinhos, americanos, brasileiros, japoneses, europeus, são uma grande fonte de onde bebo minha inspiração.
Viver com arte é sempre uma pergunta muito recorrente para artistas e imagino que isso se deve em como essas pessoas consomem arte e o que pensam sobre a utilidade dela. Quando eu voltei a desenhar pra valer em 2016 e postar nas redes sociais, eu recebi as primeiras encomendas e isso me deixava feliz porque tinha gente interessada no meu trabalho, então tinha algo pra investir ali. Falar em como o Cariri consome esse trabalho a gente também fala em como a arte é vista aqui ainda muito com uma visão marginalizada, mas acho que tudo que chega fácil nas pessoas quando elas tem interesse, então de certa forma a aceitação do pessoal tanto artístico quanto leigo com arte é tranquilo aqui, principalmente agora com a internet, pois assim você não precisa se prender aqui, a internet está aí, então quando um desenho é postado tanto meu vizinho quanto uma pessoa do outro lado do planeta pode ver, e essa recepção é rápida e direta, já que com um clique a gente diz que gosta ou não e se sim já pode falar diretamente com o artista. Quando fui chamado pra minha primeira feira onde vendi meus trabalhos ou para minha primeira exposição, eu vi que o público quer ver arte. Eu sempre achei importante em como minha arte chega nas pessoas, em como elas entendem e interpretam e o quanto sou livre nessa arte. Essa situação de medo constante no país me dá uma insegurança agora em temas abordados na arte, temas que são internos ou contar qualquer tipo de narrativa. Toda arte é política e mostra como você se coloca no mundo. Ver a arte como expressão em sua maior potência é um modo interessante de pensar, arte como refúgio e como crítica a qualquer assunto e ai surge um descontentamento, toda arte surge disso para mim, uma crítica pessoal ou interno e um descontentamento do artista a um ponto tão grande que ele não se aguenta em não representar isso. Acho o artista consegue comunicar e os olhos das pessoas, contar histórias, divertir e retrair e espero que isso continue sendo assim mesmo com esse clima no Brasil.
Andréa Sobreira
Professora, ilustradora, quadrinista, 25 anos, Juazeiro do Norte
Trabalho com ilustração há três anos, mas ilustro há mais de cinco. Sempre tive a prática de desenhar desde a infância, mas tive oscilações , e foi na universidade que tive um mega impulso. O incentivo dos professores no curso de Artes Visuais da URCA, e o contato com possibilidades, processos, procedimentos e ferramentas pra produzir imagem, só ampliou e qualificou o modo como eu pensava e produzia imagens.
Quando construo a ilustração parto de vários viés, as vezes explorando um contexto poético e lúdico, construindo imagens em um universo mais fantástico. O trabalho do (a) ilustrador (a) está sempre atrelado a uma construção criativa, e trabalhar com criatividade é algo muito estimulante pra mim. Além dessa construção criativa, percebo no meu processo sempre um discurso com teor político, que discute a sociedade e suas problematizações, diante da desigualdade social, do racismo, da homofobia, do machismo, entre outras coisas.

O meu processo criativo é bastante fluido, me deixo afetar por experiências com pessoas e lugares, ou talvez algo "pequeno" que me perturbe em um ponto de ônibus. Isso tudo pode gerar uma imagem. As questões cotidianas que me deixam inquieta, isso que é transformado em imagem, como uma tradução de códigos, a imagem me dá esse suporte. Na ilustração tradicional gosto da qualidade do grafite, caneta esferográfica, do Nanquim, e atualmente a aquarela é o que mais tem minha atenção. Recentemente venho estudado a ilustração digital feita através da tablete e caneta, dentro de um programa no computador. Ela dá inúmeras possibilidades de construção, e percebo que o tradicional contribui para o digital e vice-versa.
Gostaria de conseguir trabalhar profissionalmente na área da ilustração, mantendo-se com o lucro, o que não é possível atualmente. No Cariri é tudo muito recente, e ainda não vejo um fluxo ascendente de clientes interessados em ilustração. Surgem pedidos de forma espaçadas e não existe um frequente reconhecimento e valorização desse profissional. Como acontece em várias áreas dentro das Artes, pois existem preconceitos que diminuem os profissionais desse campo, e trabalhos que envolvem construção criativa são diminuídos e as vezes são associados a um simples hobbie, passatempo ou qualquer termo que diminua o trabalho e profissional. É necessário que o artista tenha autonomia e entenda o valor do que ele faz, até educando o cliente sobre o processo e materiais de trabalho, para que se entenda com seriedade como qualquer outra profissão.

Existem mulheres ilustradoras no Cariri, e o número vem crescendo cada dia mais, apesar do cenário não ser muito instigante. Dentro das artes, o machismo não seria diferente, também é sentido seu reflexo na pele. Percebo que os homens são mais requisitados e ganham mais projeção em seus trabalhos, sabendo que existem muitas artistas talentosas. O que vem ajudado nesse sentido é a Internet e redes sociais, que auxiliam a nossa produção a ganhar um maior alcance e reconhecimento.
Tento sempre inserir questões políticas no trabalho, e percebo a importância com o retorno que geralmente recebo do pessoal que acompanha meu trabalho, o que também incentiva a minha produção.



Diretor de Arte, designer, ilustrador, 21 anos, Juazeiro do Norte
Miguel Eduardo
Trabalho como designer profissionalmente há 5 anos. Eu sempre gostei de enfeitar as coisas, meus materiais no colégio eram todos rabiscados, meus cadernos sempre ganhavam uma segunda capa. Os seminários eram a parte que eu mais gostava, porque eu mandava ver nos cartazes. Sempre fui uma pessoa introvertida, então o que eu não conseguia verbalizar, eu me expressava visualmente com a arte. Com a explosão do orkut veio o meu acesso à internet, aprendi tudo na curiosidade, o photoshop em questão é um software que proporciona esse aprendizado mais autodidata, não existe um jeito único e correto de fazer tal coisa dentro dele. Como a área de trabalho é feita com camadas em sobreposições, o que se assemelha muito a um trabalho artesanal, existem centenas de jeitos de chegar a um resultado. A forma como eu retiro o fundo de uma imagem não é como fulano tira da dele, mas no final ambos chegamos ao mesmo resultado.



Eu sou apaixonado por artesanato, então sempre procuro referência em portfolios de artistas que trabalharam fora das telas e depois digitalizam suas obras, ou como eu, criam digitalmente peças que aparentam ter sido feitas fora da tela, seja lettering, ilustração, recortes de papel, colagem. Encontro nesse segmento uma forma de expressão completa, então sempre que posso tento inserir esse trabalho nas peças publicitárias. A falta de regulamentação da profissão ainda é um problema que deixa a gente a mercê da boa vontade do empregador. Dá pra contar nos dedos de uma mão as empresas que cumprem tudo dentro dos conformes. A falta de um curso superior na região também foi por muito tempo um fator de desvalorização dos profissionais, ainda é forte a relação de diploma e direitos trabalhistas, mesmo que no fim das contas o que vale pra contratação é um bom portfolio, o diploma tá ali pra garantir um salário mais justo e o cumprimento dos direitos. Não é uma daquelas profissões em que você trabalha pelo dinheiro, é mais pela realização pessoal mesmo.
É um mercado novo, começou a se expandir há pouco menos de uma década, ainda tá bem desconectado, o pouco de interação vem dos freelancers e estudantes. Os designers de escritório ainda vivem em isolamento, mas acho que isso muda com a inserção de novos profissionais vindos do curso da UFCA, e com isso, talvez a gente consiga montar uma comunidade ativa na região.

Por mais desestimulante que seja o nosso mercado, trabalhar com design gráfico é gratificante, enriquecedor. Somente por ser difícil, você cresce junto porque está sempre tentando superar um projeto anterior e sempre estudando pra conseguir isso. Pra ser mais dramático, é uma forma de se eternizar, seu trabalho fez e faz parte da vida das pessoas, próximas ou não, seja estampando uma embalagem da comida que seu amigo mais gosta, um cartaz de rua que fica exposto naquele muro há meses que até se desgastar se tornou ponto de referencia, seja um outdoor, a capa de CD da banda favorita de alguém, a estampa de uma camisa que sua mãe te deu de presente. É um trabalho importante, necessário e grandioso e eu me sinto muito realizado com o que eu faço.


Estudante, pintora, 19 anos, Juazeiro do Norte
Sara Costa
Eu não acho que meu trabalho se define como ilustração, porque essa normalmente vem acompanhada de uma história a qual se refere uma temática que se está ilustrando.
Entendo meu trabalho como minha forma de ver o mundo. Eu pinto como eu vejo as coisas, imagens que me deixam em êxtase.
Eu faço pintura há 2 anos apenas, quando comecei a experimentar a tinta de maneira bem acidental...como é até hoje.
Tenho me interessado pelas formas urbanas e naturais que contemplamos no dia a dia, seja a luz do fim de tarde, ou o vento leve batendo nas árvores que vemos a caminho dos nossos destinos. As pinceladas são feitas um tanto rápidas devido a mudança rápida da luz ou do vento quando estou trabalhando ao ar livre, e talvez isso deixe marcado no trabalho um traço diferente.
Acho que de mim é impresso o meu olhar realmente, pois pinto o que costumo andar olhando, então se eu fiz é porque gostei de ver.

A inspiração vem mesmo da experiência de ver coisas. Logo depois de ver sinto que se não pintar fosse esquecer o que vi, então pra não esquecer eu faço isso. As vezes saio com materiais buscando algo que me seja bom para produzir e a vejo e faço, no lugar onde está imagem estiver acontecendo, pois ela sempre é um acontecimento único e passageiro.
Quando não saio a procura e sim vejo a imagem por acaso (mais comum) eu fotógrafo e depois trabalho nela em casa.
minhas referências tem sido em boa parte do movimento pós impressionista, pintores como Pierre Bonnard, Tom Thomson, Felix Valoonton, Van Gogh e a artista mais contemporânea de nossa época Larisa Aukon.




Acho um cenário difícil para viver apenas disso. Nunca vendi nenhum trabalho e raramente recebo encomendas, porém, vale ressaltar que comecei a pouco tempo e não tenho buscado, ainda, o mercado de arte.
Acho importante nós mulheres no inserirmos nesses espaços artísticos, pois a história que nos contam sobre arte é uma história hegemonicamente masculina, e só agora na contemporaneidade estamos conseguindo mudar isso.
Henrique Moonstar
Ilustrador, quadrinista 22 anos, Juazeiro do Norte
Eu desenho desde que me entendo por gente. Minha mãe desenhava, e acho que ela foi umas das influências mais fortes para mim, ela fazia desenhos em panos de prato, um hobbie que ela tinha para poder ganhar dinheiro, aí eu sempre observava ela desenhar e copiava os desenhos que ela fazia. Também tinha um primo que era desenhista , e eu tenho um tio que tem um sebo que vende livros e histórias em quadrinhos, e eu sempre ia pra lá pra pegar alguns deles emprestados, e enquanto eu ia lendo esses quadrinhos, eu gostava de desenhar as cenas, de reproduzir. Eu lia muito Turma da Mônica, Mickey e Pateta, e eles também foram incentivos para eu começar a desenhar. Também haviam as animações que eu gostava de assistir, e reproduzir o que eu via na tela da TV.
Quando começei a fazer as tirinhas eu seguia muito os modelos de Mafalda, Calvin, aquele estilo de tirinha, Charlie Brown, e do Liniex, Macanudo, Hnerriqueta. Eu gostava muito desse estilo de tirinhas, e elas me motivaram a fazer as minhas próprias tirinhas, sendo que eu seguia bem o modelo que eles usavam, sempre poucos quadrinhos, eu utilizo no máximo três quadrinhos nas minhas tirinhas.
Hoje eu gosto bastante de me retratar, isso é bem obvio nos meus trabalhos. Agora eu gosto de fazer trabalhos sobre a temática LGBTQ+, também por eu ser homossexual, então eu gosto de tratar isso nos meus trabalhos, celebrar a diversidade num modo geral.
O Moonstar é mais uma parte que eu projeto nele, não é totalmente eu. Já no moonsta que são personagens inspirados em coisas do universo, eles não tem um sexo, eles são livres para se identificar com o que eles quiserem.

Os quadrinhos como meio de comunicação tem um poder de modificar e influenciar as pessoas em diversos campos, como, por exemplo, nos políticos, sociais, por isso eu acho importante utilizar os quadrinhos para falar sobre politica, porque você como artista é um formador de opinião. É importante através disso mostrar coisas que as pessoas não sabem e que elas precisam saber. Representações também são muito importantes nos quadrinhos.
Trabalhar com quadrinho é bem difícil aqui no Cariri, a gente tem mais reconhecimento de fora, e vemos que tem mais mercado fora daqui, aqui ainda tem pouco e a gente faz muito trabalho independente mesmos, tem que tirar do próprio bolso, e as vezes o reconhecimento só vem mesmo quando você já esta sendo reconhecido lá fora. Eu já participei de uma Comic Con em São Paulo e da Feira Internacional do Quadrinho, e então, a partir disso as pessoas começaram a me conhecer mais, mas antes disso só pessoas próximas a mim conheciam meu trabalho.
Inclusive fui aprovado para participar da Comic Con em dezembro, que vai ocorrer na cidade de São Paulo.
Nesses eventos que eu fui, as pessoas ficaram impressionadas em saber que no Cariri existem pessoas que produzem quadrinho, em saber que a gente veio do Ceará. Lá eu fui muito bem recebido por outros artistas de várias partes do Brasil.





Nesse audio, Henrique fala sobre sua participação no coletivo Estação 9, um coletivo de artistas de Cariri que produz quadrinhos independentes.
Israel de Oliveira
Estudante, ilustrador e quadrinista, 29 anos, Juazeiro do Norte
Os mangás e animes japoneses viraram uma febre ocidental nas últimas décadas, e essa moda também chegou no Cariri. Israel de Oliveira desenha desde a infância, e contou sobre como se deu seu envolvimento com o desenho e revela que a série de origem oriental “Cavaleiros do Zodíaco” teve influência para começar a praticar.
O quadrinista ainda fala sobre suas principais influências, que também derivam da cultura japonesa, e seus trabalhos mais conhecidos, como o mangá “Joaseiro”, lançado em 2012, e o desenho do russo Iuri Torski, conhecido como o “Psicopata do Hexa”, que viralizou através da internet na época da Copa do Mundo.
Israel também comenta sobre como é trabalhar fazendo arte no Cariri, os prós e contras da profissão.


O artista falou sobre seu novo projeto o mangá "Batalha de Três Mundos", que será lançado em breve.

O mangá Batalha nos Três Mundos é ambientado em um cenário de RPG e ficçaõ cientifica
"Quando é para quadrinho, inicialmente as pessoas começam rascunhando as páginas fazendo o storyboard, para saber como é que vai ser a disposição das cenas na página e tal. No caso especifico de Batalha nos Três mundos eu recebo um roteiro todo escrito, sem detalhar numero de quadros nem nada, eu preferi fazer (pelo menos no primeiro volume) sozinho mesmo. O Alexandre Lancaster que é o roteirista, só escrevia e eu me dispunha a fazer a parte visual por inteira. A principio eu fazia as páginas , a arte final e coloria. O quadrinho tem um formato grande e me exigiram que eu fosse muito detalhista no traço, então eu levava cerca de quatro dias em uma página, trabalhando oito horas por dia. É uma rotina bem puxada, mas quando você vê o feedback do pessoal se torna bem gratificante também."
Storyboard: roteiro que contém desenhos em sequência cronológica.

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